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    Diretoria da Esmat 13 lança livro sobre conciliação humanista

    22/11/2017

    Conciliação Humanista - uma proposta de metodologia de resolução de conflitos é o título do livro de autoria da juíza do trabalho Nayara Queiroz Mota de Sousa, escrito com o objetivo de auxiliar os operadores do Direito. A magistrada é membro da Diretoria Executiva da Amatra 13, como Diretora Secretária, e também diretora da Esmat 13. 
     
    O lançamento da obra acontecerá na abertura da Semana de Conciliação do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), no próximo dia 27, às14h30, no auditório da Universidade Unifuturo, no Shopping Tambiá, em João Pessoa.
     
    A sinopse destaca que para escrever o livro a juíza teve como inspiração as transformações sociais que, notadamente, liquefizeram as relações interpessoais e interligaram culturas e ideologias, fertilizaram o terreno social para os conflitos de interesse, que avançam, massificam-se e tornam-se mais complexos, passando a exigir novas posturas do Poder Judiciário sobrecarregado com ações judiciais.
     
    “É através deste cenário, mas por acreditar, sobretudo, na reinvenção do Judiciário brasileiro para, assim, dar conta da promessa de pacificação da sociedade, que a juíza traz a conciliação humanista como uma proposta de metodologia de resolução de conflitos, que capacita o conciliador como facilitador do diálogo no exercício da tentativa conciliatória”, resume a sinopse da obra.
     
    Dentro deste contexto, a juíza e escritora destaca que “o grande avanço legislativo a favor dos métodos adequados de solução de conflitos convoca os operadores do direito para o aprofundamento sobre temas relativos à conciliação, mediação e arbitragem, assim, a conciliação humanista se propõe a auxiliar nesse propósito e convida o profissional a ser um facilitador do diálogo”.
     
    O livro Conciliação Humanista - uma proposta de metodologia de resolução de conflitos é, sobretudo, um convite para o conciliador desenvolver atitudes facilitadoras de aceitação do “outro”, com todas as diferenças que o faz pessoa, com empatia e genuinidade. Mais ainda: é uma adoção de “um jeito de ser”, que escuta ativamente e deixa fluir a fala autêntica e libertadora do conflitante, que se empodera e traz à consciência a vontade de decidir com toda a força de sua autonomia e liberdade de poder Ser.
     
    A metodologia do livro da juíza Nayara Queiroz se fundamenta no arcabouço teórico da Abordagem Centrada na Pessoa, do psicólogo Carl Rogers, e se sustenta no entorno filosófico da psicologia humanista.



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